domingo, 31 de janeiro de 2010

Transall C-160

O Transall C-160 é uma aeronave militar de transporte desenvolvida por um consórcio franco-alemão para fornecer aeronaves de transporte para as forças aéreas dos dois países e também para a África do Sul. O C-160 será substituído na França e na Alemanha pelo Airbus A400M, ainda em desenvolvimento.
O C-160 foi originalmente concebido para substituir os antigos aviões de transporte Norte Noratlas da Força Aérea Francesa. É um turboélice convencional com asas altas e uma pista de carga na parte traseira da fuselagem. Suas dimensões ficam entre o Aeritalia G.222 e o C-130 Hercules.

Três protótipos voaram em 1963, seguido por aeronaves de pré-produção em 1965 e aeronaves de produção de 1967. O primeiro lote incluiu 110 C-160D para a Luftwaffe, 50 C-160F para a força aérea francesa e 9 C-160Z para a Força Aérea da África do Sul. Quatro C-160F foram convertidos para C-160p, aeronaves de transporte de correio aéreo, que eram operadas pela Air France. A produção continuou até 1972 com aeronaves construídas pela Aérospatiale francêsa e a alemã Messerschmitt-Bölkow-Blohm.
Em 1977, a força aérea francesa solicitou uma versão atualizada designada C-160NG, NG = "Nouvelle Génération" ( "Nova Geração"). A partir de 1981, 29 destas aeronaves foram entregues, metade deles configuradas como aviões-tanque para reabastecimento aéreo. Outras 4 unidades foram configurados como C-160H TACAMO, para comunicação com submarinos submersos. Por fim, mais 2 foram convertidos para SIGINT, aeronaves de vigilância electrónica, designados como C-160g Gabriel, que substituiu o Noratlases que serviu anteriormente neste papel. Embora ainda novos, os C-160G participaram da Primeira Guerra do Golfo em 1991.
Entre 1994 e 1999, todos os C-160 francêses sofreram um upgrade da aviónica e a adição de novas contramedidas anti-míssil. Os C-160F actualizados foram redesignados como C-160R Renove - ("Renovados"). As aeronaves da Luftwaffe sofreram os mesmos processos de atualização pela BAE Systems, mas todas as aeronaves atingirão o fim de sua vida útil a partir de 2008. Todas as aeronaves sul africanas já foram reformadas, enquanto os turcos continuam a operar 20 máquinas compradas da Alemanha (C-160T).



Shorts C-23 Sherpa


O Short C-23 Sherpa é uma pequena aeronave de transporte construída pela Short Brothers. O C-23A e C-23B são variantes baseadas no Short 330.
O C-23A Sherpa entrou em serviço na Força Aérea Americana em 1985 e continuou em operação durante os anos 90. Seis aviões foram transferidos para o Exército dos Estados Unidos, onde foram utilizados para apoiar a Guarda Nacional do Exército, substituindo o UV-18 Twin. O C-23 é o único avião de carga operado pelo exército americano. 
Em 13 de Junho de 2007, o Alenia C-27J foi escolhido para substituir o C-23 no exército americano.

Pilatus Britten-Norman BN-2B Islander

O Britten-Norman BN-2 Islander 1960 é um avião de carga britânico projetado e fabricado pela Britten-Norman. Os Islander é um dos aviões comerciais europeus mais vendidos. Embora concebido na década de 1960, mais de 750 ainda estão em serviço com operadores comerciais em todo o mundo. A aeronave também é usada pelo Exército e pela polícia do Reino Unido e é uma aeronave de transporte leve popular da aviação militar, com mais de 30 operadoras no mundo inteiro.




A Britten-Normand foi inaugurada em 1953 no ramo de reforma e operarações aviões agrícolas. O projeto do Islander começou em 1963 e o primeiro protótipo do BN-2 voou em 13 de Junho de 1965, e o segundo protótipo em 20 agosto 1966. Ambos os protótipos tinham motores menos potentes do que as versão final de produção. O islander tem capacidade para transportar nove passageiros além dos dois pilotos.

Boeing/McDonnell Douglas


O Boeing ( anteriormente McDonnell Douglas) C-17 Globemaster III, grande cargueiro militar norte-americano, é operado pelas forças aéreas dos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Austrália e Canadá, tendo encomendas para a OTAN e o Catar.

O C-17 Globemaster III é utilizado para transporte estratégico rápido de tropas e cargas. O C-17 é capaz também de realizar transporte aéreo táctico, médico, lançamento de carga e missões de evacuação.
Nos últimos anos, o tamanho e o peso das armas e equipamentos mecanizados dos E.U.A têm crescido, o que afetou a mobilidade aérea, principalmente cargas especiais de grande porte. O C-17 se mostrou uma aeronave rápida e capaz para esse tipo de missão.
O C-17 é alimentado por quatro motores F117-PW-100 (Pratt e Whitney PW2040, atualmente usados no Boeing 757). Cada motor possuí 40400 lbf (180 kN) de empuxo.
A capacidade máxima de carga do C-17 é de 77.500 kg, e o peso bruto máximo de decolagem é de 265.350 kg. Com uma carga útil de 72.600 kg e altitude de cruzeiro 8.500 m, o C-17 tem um calcance de aproximadamente 4.400 km nas primeiras 71 unidades, e 5200 km em todas as unidades subsequentes - que são alargados - utilizando um tanque de combustível maior. Estas unidades são informalmente referidas pela Boeing como a C-17 ER. Sua velocidade de cruzeiro é de cerca de 830 km / h. O C-17 foi concebido para o lançamento de até102 paraquedistas e seus equipamentos.

Lockheed C-5 Galaxy

O Lockheed C-5 Galaxy é o terceiro maior avião de transporte do mundo, atrás dos soviéticos Antonov An-124 e An-225. Foi concebido para transporte aéreo estratégico intercontinental de grandes cargas, além da capacidade de qualquer outra aeronave americana. O C-5 Galaxy é operado pela Força Aérea dos Estados Unidos desde 1969.



O primeiro C-5A Galaxy (número 66-8303) foi exibido fora da fábrica pela primeira vez em Marietta, Georgia, em 2 de março de 1968. Em 30 de junho de 1968 a Lockheed-Georgia Co. começou os testes de vôo do seu novo C-5A Galaxy.

Lockheed C-141 Starlifter

O Lockheed C-141 Starlifter é um cargueiro estratégico da Força Aérea dos Estados Unidos. Introduzido para substituir aviões de cargas mais lentos, movidos a motores de pistão como o C-124 Globemaster II, o C-141 foi concebido dentro dos requisitos estabelecidos em 1960 pela força aérea norte americana. Seu primeiro vôo foi em 1963. Sua produção e as eventuais entregas iniciaram-se em 1965 com 285 aviões: 284 para o Comando Militar de Transporte Aéreo, e um para NASA. A aeronave permaneceu em serviço durante cerca de 40 anos, até que a USAF começou a retirar o C-141 de serviço a partir do dia 5 Maio de 2006, substituindo as aeronaves pelo C-17 Globemaster III.

Lockheed C-130 Hercules

O Lockheed C-130 Hercules é um dos mais populares aviões e transporte militar do mundo. Mais de 40 variantes do Hercules servem nas forças armadas de mais de 50 países. Em dezembro 2006, o C-130 tornou-se o quinto avião, depois do inglês Camberra, o B-52 Stratofortress, o Tupolev Tu-95, e o KC-135 Stratotanker a alcançar 50 anos de serviço ativo com os seus clientes principais, neste caso a Força Aérea dos Estados Unidos. O C-130 permanece em produção como a atualização para o Super Hercules C-130J.

Capaz de fazer aterrissagens e decolagens a partir de pistas em más condições, o C-130 foi originalmente concebido como uma aeronave de evacuação de soldados feridos e transporte de carga. Porém a aeronave se mostrou muito versátil e hoje é utilizada em várias funções, como o envio de tropas aerotransportadas, pesquisa e salvamento, apoio à investigação científica, previsão do tempo, reconhecimento, reabastecimento e bombeiro aéreo. O Hércules é o avião militar mais produzido continuadamente da história. Durante mais de 50 anos em serviço o tem participado de operações militares, civis e de ajuda humanitária.
A Guerra da Coréia, iniciada em junho de 1950, mostrou que os aviões de transporte C-119 Flying Boxcars, C-47 Skytrains e C-46 Commandos da Segunda Guerra Mundial eram inadequados para as guerras mais modernas. Assim, em 2 de fevereiro de 1951, a força aérea americana emitiu uma nota exigindo por parte das fabricantes de aeronaves Boeing, North American, Douglas, Fairchild, Lockheed, Martin, Chase Aircraft, Northrop e Airlifts Inc. o desenvolvimento de uma nova aeronave de transporte. O novo avião de transporte teria capacidade para 92 passageiros, 64 ou 72 paraquedistas, autonomia de 2.000 km, capacidade de pousar e decolar em pistas curtas e de terra e a habilidade de voar com um motor desligado.
As empresas Fairchild, North American, Martin e Northrop desistiram. As cinco empresas restantes desenvolveram um total de dez modelos de aeronaves: dois modelos da Lockheed, um da Boeing, três da Chase, três da Douglas, e um da Airlifts Inc. Apenas dois modelos foram selecionados, um da Lockheed (designado como L-206) e a propostas de uma aeronave movida por 4 motores a jato da Douglas.
Hall Hibbard e Kelly Johnson assinaram a proposta da lockheed e a empresa ganhou o contrato para o agora designado Model-82 em 2 de julho de 1951.
O primeiro voo do protótipo YC-130 foi feita em 23 de agosto de 1954 a partir da fábrica da Lockheed em Burbank, Califórnia. A aeronave, número de série 53-3397, foi o segundo protótipo, mas o primeiro a voar. O YC-130 foi pilotado por Stanley Beltz e Roy Wimmer em um vôo de 61 minutos sobre a base aérea Edwards.

Kawasaki C-1


A Kawasaki C-1 é um transportador militar de curto alcance utilizado pelas forças armadas japonesas. Seu desenvolvimento começou em 1966 para substituir os antigos C-46 da Segunga Guerra Mundial. Sua produção começou em 1971 e ele continua em operação até os dias de hoje.
Em 1966, a frota de tranporte aéreo japonesa era composta principalmente pelos Curtiss C-46 Commando, construídos em grande número antes do fim da Segunda Guerra Mundial. Embora relativamente capaz para a época, o C-46 era muito ultrapassado se comparado com modelos mais recentes, como o Lockheed C-130 Hercules. A política japonesa na época para equipamentos militares era rigorosa e e eles não poderiam desenvolver capacidade ofensiva e por isso a distância máxima foi cortada de modo a manter a aeronave dentro da faixa operacional do Japão. Isto mostrou ser um problema depois que Okinawa foi devolvida ao Japão pelos americanos, e as aeronaves tinham dificuldade para chegar à ilha a partir de áreas distantes. Assim produção foi encerrado e os C-130 introduzidos em seu lugar.

IAI Arava


O IAI Arava foi o primeiro grande projeto de aeronave de Israel. Foi destinado tanto para o mercado civil e militar(Na verdade é cópia de um projeto Nazista). Os principais clientes foram encontradas nos países do terceiro mundo, especialmente na América do Sul e Central, assim como Suazilândia e da Tailândia.
O Arava fez seu primeiro voou em 27 de novembro de 1969, enquanto um segundo protótipo voou pela primeira vez em 8 de maio de 1971. Sua produção terminou em 1988. Mais de 90 aviões foram produzidos, incluindo 70 versões militares.

Douglas C-47 Skytrain/Dakota

O Douglas C-47 Skytrain ou Dakota é uma aeronave de tranporte militar desenvolvida a partir do Douglas DC-3. Foi amplamente utilizada pelos Aliados durante a Segunda Guerra Mundial, e sem mantém em operação até hoje com poucas unidades remanescentes.



Durante a II Guerra Mundial, as forças armadas de muitos países utilizaram a C-47 e DC-3 modificados para o transporte de tropas, cargas e soldados feridos. Foram produzidos mais de 10.000 aeronaves em Long Beach e Santa Monica, na Califórnia e na cidade de Oklahoma. Só a fábrica de Oklahoma produziu 5.354 unidades de março de 1943 até agosto de 1945.
O C-47 foi fundamental para o sucesso de muitas campanhas aliadas, em particular em Guadalcanal e nas selvas da Nova Guiné e na Birmânia onde os C-47 (e sua versão naval, o R4D) deram maior mobilidade aos soldados americanos. Além disso, os C-47 foram utilizados para o transporte aéreo de suprimentos para os americanos durante a Batalha de Bastogne. Mas talvez o seu papel mais importante foi a linha de suprimentos da Índia para a China onde os conhecimentos adquiridos viriam a ser utilizados no transporte aéreo em Berlim, onde os C-47 também desempenharam seu papel.
Na Europa, o C-47 e uma variante especializada em paraquedismo, o C-53 Skytrooper, foram utilizados em grande número na fase final da guerra, especialmente para rebocar planadores e pára-quedistas. No Pacífico, os C-47 foram ainda utilizados para o transporte de soldados do Pacífico de volta para os Estados Unidos e vice-versa.



EADS CASA C-212 Aviocar


O EADS CASA C-212 Aviocar é um avião turboélice de transporte médio projetado e construído na Espanha para uso civil e militar. O C-212 é prozuido sob licença na Indonésia pela Indonesian Aerospace. A aeronave foi inicialmente comercializada sob o nome de Aviocar, mas a EADS - CASA não usa mais esse nome, mas sim C-212.

Um total de 471 C-212 e suas variantes foram entregues até o final de 2006. A EADS-CASA ainda entregará 85 aeronaves no período entre 2007 e 2016. A EADS-CASA atualmente constrói apenas o C-212-400, que recebeu certificação espanhola em 1998. O C-212-200 é atualmente construído na Indonésia, e a IAE também começara a montagem dos modelos -400, provavelmente em 2008.
Durante o final da década de 60, a força aérea espanhola ainda operava os já obsoletos Junkers Ju-52 e Douglas C-47, lentos e despresurizados. O CASA C-212 foi desenvolvido como uma alternativa mais moderna utilizando motores turboélices mais leves e confiáveis, com o primeiro protótipo voando em 26 de março de 1971. Em 1974, a força aérea espanhola decidiu adquirir os Aviocar para atualizar a sua frota.
As companhias aéreas tomaram nota do sucesso da aeronave com os militares. A CASA desenvolveu uma versão comercial e os primeiros exemplares foram entregues em julho de 1975.

British Aerospace BAE 146


O BAe 146 é uma aeronave comercial média, que era fabricado no Reino Unido pela British Aerospace (que mais tarde se tornou parte da BAE Systems). A produção decorreu entre 1983 até 2002. A fabricação de uma versão melhorada conhecida como o Avro RJ começou em 1992. Uma outra versão melhorada, o Avro RJX - com novos motores - foi anunciada em 1997, mas apenas dois protótipos e uma aeronave de produção foram construídos antes da produção ser encerrada no final de 2001. Com 387 aeronaves produzidas, o Avro RJ / BAe 146 é o segundo jato civil britânico mais bem sucedido.

Antonov An-72A Coaler

O Antonov An-72 (Denominado pela OTAN como "Coaler") foi desenvolvido na União Soviética. Foi concebido para ser o substituto do Antonov An-26, e suas variantes tiveram sucesso em uso comercial.



O primeiro An-72 voou em 22 de dezembro de 1977. Produzido em conjunto com o An-72, o Antonov-74, uma variante com a capacidade de operar em duras condições meteorológicas nas regiões polares. Outras versões incluiam o An-72S de transporte VIP e o An-72P, de patrulha marítima.
O primeiro vôo foi realizado em 31 de agosto de 1977, mas foi só na década de 1980 que a produção começou. O An-72 é conhecido pelos russos como "cheburashka", porque com seus grandes motores acima das asas, lembra uma criatura popular da Rússia.

Antonov AN-22 Cock

O Antonov-22 (Denominado pela OTAN como "Cock") foi a maior aeronave do mundo até o surgimento do C-5 Galaxy e mais tarde dos soviéticos An-124 e An-225. Porém continua a ser a maior aeronave turboélice já construída. Apareceu pela primeira vez fora da União Soviética em 1965 no Paris Air Show.
O An-22 aparenta ser uma versão ampliada do seu antecesor, o Antonov An-12, exceto por ser equipado por uma cauda dupla. Isto dá ao motor um melhor desempenho e reduz restri ções em relação a altura dos hangares.



Possuí a capacidade de decolagem em pistas curtas, graças a quatro pares de hélices contra-rotativas, semelhantes às do Tupolev Tu-114. A pressão dos pneus podia ser ajustado em voo para uma melhor aterrisagem, porém esse recurso foi removido mais tarde.
O An-22 tem um espaço de carga de 33m de comprimento e um volume útil de 639m ³. A parte da frente da fuselagem é totalmente pressurizada e oferece espaço para 5 a 8 tripulantes e até 28 passageiros. O An-22 estabeleceu uma série de recordes de transporte de para-quedistas.
O An-22 foi originalmente construído para a Força Aérea Soviética e a Aeroflot, a companhia aérea estatal.

Antonov An-2 Colt

O Antonov A-2 Colt tem sido usado para transporte de paraquedistas, planador rebocador, treinador de navegação, e trasporte leve de . Apesar de ser uma máquina versátil e adaptável, é um bi-plano coberto por tecidos, enraizado no início da aviação.
O primeiro protótipo do A-2 voou em 31 de agosto de 1947 e ainda está em produção. Foi desenhado por Oleg Antonov durante a Segunda Guerra Mundial. Ele formou então o seu próprio gabinete, com a intenção de criar uma aeronave capaz de praticamente qualquer tarefa. Ele conseguiu. Originalmente concebida para o Ministério da Agricultura e Florestas da União Soviética, a aeronave foi logo adaptada para a Força Aérea Soviética. Exije pouca manutenção e é fácil de voar, como a maioria das aeronaves russas.



Mais de 12.000 Colts foram produzidos na fábrica PZL Mielec na Polônia, uma vez que assinou um licenciamento em 1960. A Antonov produzidos em Kiev 5.000 unidades antes de parar a produção em 1965. O projeto também foi licenciado para a China, onde 1500 foram concluídas pela Harbin entre 1957 e 1970.

Antonov An-124 Ruslan

O Antonov An-124 Ruslan (Denominado pela OTAN como "Condor") foi o maior avião em produção até o Antonov An-225. Durante o seu desenvolvimento ficou conhecido como o An-400 e An-40 no Ocidente, e voou pela primeira vez em 1982. Sua certificação civil foi emitida pela SIC "Comite Internacional da Aviação" em 30 de dezembro de 1992. Mais de quarenta estão atualmente em serviço (26 modelos com as companhias aéreas civis e 10 encomendas firmes, a partir de agosto de 2006) e 20 estavam em uso comercial na Rússia, Ucrânia, Emirados Árabes Unidos e Líbia.



O An-124 foi fabricado em paralelo com duas unidades: a empresa russa Aviastar-SP e AVIANT Kyiv, da Ucrânia. A produção em série cessou com o fim da União Soviética. As últimas cinco células inacabadas dos tempos soviéticos foram concluídas em 2001 , 2002 e três em 2004. A produção dessas aeronaves recomeçou em 2008.
Externamente, o An-124 é um pouco maior que o americano Lockheed C-5 Galaxy, mas tem capacidade de carga 25% maior. O An-124 é utilizado para o transporte de locomotivas, iates, fuselagens de aviões (como do A380), e até aviões inteiros desmontados (como o Embraer 190), e uma enorme variedade de cargas. A AN-124 é capaz de rebaixar o nariz para facilitar o carregamento. O limite de carga é de incríveis 150 toneladas, além de poder transportar 88 passageiros em um andar superior, atrás da ala central da aeronave. No entanto, devido à limitada pressurização no compartimento principal de carga, ele raramente exerce essa função.

Antonov An-12 Cub

O primeiro protótipo voou em março de 1957. Mais de 900 foram construídas, em ambas versões, militar e civil, antes da produção ser encerrada em 1973. O An-12BP entrou em serviço militar na URSS em 1959. Em termos de configuração, dimensões e capacidade, a aeronave é semelhante ao Lockheed C-130 Hércules dos Estados Unidos. Possuí uma torre com armamentos na cauda, para auto-defesa.



Na década de 60, a China comprou vários An-12 da União Soviética, junto com a licença para montar a aeronave localmente. No entanto, devido à divisão sino-soviética, a União Soviética retirou a sua assistência técnica. O primeiro modelo chinês voou em 1974.
Até 1981, a versão chinesa copiada do An-12 soviético, denominado Yun-8 (Y-8) entrou em produção. Desde então, o Y-8 se tornou uma das aeronaves de tranporte civil e militar mais populares da China, com muitas variantes produzidas e exportadas. Apesar do An-12 já não ser mais produzido na Rússia e na Ucrânia, o Y-8 chinês continua a ser atualizado e produzido.

Vought A-7 Corsair II


O Ling-Temco-Vought A-7 Corsair II é avião de ataque subsônico desenvolvido para substituir o McDonnell Douglas A-4 Skyhawk da marinha americana. Entrou em serviço durante a Guerra do Vietnã. O Corsair foi adoptado pela Força Aérea dos Estados Unidos para substituir o A-1 Skyraiders. Foi exportado para a Grécia na década de 1970, e para Portugal e Tailândia no final da década de 80. O projeto do A-7 foi baseado no bem sucedido supersonico F-8 Crusader produzido por Chance Vought. Foi um dos primeiros aviões de combate a usar HUD, um sistema de navegação inercial (INS) e um motor turbofan.



O Corsair foi produzido até 1984 totalizando 1.569 aeronaves construídas. O A-7 Corsair tem a distinção de ser o único caça bombardeiro americano da década de 1960 a ser concebido, construído e implantado especialmente para a Guerra do Vietnã.

McDonnell Douglas A-4 Skyhawk


O Douglas McDonnell Douglas A-4 Skyhawk foi projetado originalmente para operar a partir de porta-aviões da Marinha dos Estados Unidos. A aeronave foi concebida e produzida pela Douglas Aircraft Company (mais tarde McDonnell Douglas).
Cinquenta anos depois de seu primeiro voo, e depois de desempenhar papéis fundamentais nas guerras do Vietnã, Malvinas e Yom Kippur, alguns dos 3.000 Skyhawks permanecem em serviçoem algumas forças armadas, como a marinha do Brasil.
O Skyhawk foi concebido por Ed Heinemann, em resposta a um convite da marinha americana para o desenvolvimento de uma aeronave de ataque para substituir o A-1 Skyraider. Heinemann optou por uma aeronave pequena, leve e simples. O resultado foi um avião que pesava apenas metade das especificações da Marinha com asas compactas, que não precisam ser dobrados para ser transportadas em porta-aviões. Por causa de seu tamanho o Skyhawk logo recebeu o apelido "Scooter", "Kiddiecar", "Bantam Bomber", "Tinker Toy Bomber", e, em função do seu desempenho "Heinemann's Hot-Rod".
Seu Armamento consisti em dois canhões Colt Mk 12 de 20 milímetros, um em cada asa, com 200 projéteis, além de uma grande variedade de bombas, foguetes e mísseis transportados num hardpoint sob a fuselagem central e nas asas. O Skyhawk permaneceu em produção até 1979, com um total de 2.960 aviões construídas, incluindo 555 treinadores de dois lugares.

Fairchild Republic A-10 Thunderbolt



O A-10 Thunderbolt II foi desenvolvido pela Fairchild-República para a força aérea americana especialmente para apoio aéreo, atacando forças terrestres de tanques, veículos blindado, e outros alvos terrestres, fornecendo também um papel limitado a interdição aérea. É o priemeiro avião da força aérea americana desenhado exclusivamente para apoio de pessoal em terra. O nome do A-10 vem do Republic P-47 Thunderbolt da II Guerra Mundial, um caça que não foi particularmente eficaz como apioador de ataque terreste. Tem como missão secundária o controlo aéreo de frente guiando outros aviões contra alvos terrestres. Os A-10 utilizados nessas missões são designados OA-10.

Embraer AMX

O AMX surgiu com a proposta de desenvolvimento conjunto de Brasil e Itália de uma aeronave de ataque, envolvendo as empresas Alenia (46%), Embraer (30%) e Aermacchi (24%). A aeronave seria um monoposto capaz de superar a velocidade do som em mergulho. Basicamente teria duas versões: A versão brasileira, de maior autonomia e armamento pesado para ataques terrestres, e a versão italiana, com avionico mais avançado. Foram construídos seis protótipos (dois no Brasil) e os ensaios de voô duraram três anos, entre 1984 e 1987.

Rockwell B-1 Lancer


O B-1 Lancer é um bombardeiro estratégico americano com asas de greometria variável utilizado exclusivamente pela Força Aérea dos Estados Unidos. Suas origens datam da década de 1960 quando a força aérea americana procurava um bombardeiro supersônico com alcance e carga útil suficientes para substituir o B-52 Stratofortress. O projeto foi cancelado e reiniciando várias vezes ao longo do seu longo desenvolvimento. Ele finalmente entrou em serviço 20 anos depois do início do projeto.

Northrop Grumman B-2 Spirit

O Northrop Grumman B-2 Spirit é bombardeiro pesado invisível a radares convencionais, capaz de usar tanto armamento convencional quanto nuclear. É operado exclusivamente pela Força Aérea dos Estados Unidos. O seu desenvolvimento foi um marco no programa de modernização do departamento de defesa americano. Sua tecnologia stealth (invisivial ao radar) destina-se a penetração da aeronave em espaços com defesa anti-aérea considerados impenetráveis por outros tipos de aerovanes.

O B-2 originou-se da licitação secreta do governo americano para o desenvolvimento de um bombardeiro pesado de alta-tecnologia. O desenho da Northrop foi selecionado em 20 de Outubro de 1981. O desing da Northrop recebeu a designação "Spirit". O projeto do bombardeiro foi mudado em meados da década de 1980 quando o seu perfil de missão foi alterado. Isso atrasou o primeiro vôo por dois anos e adicionou cerca de US $ 1 bilhão ao custo do programa. Estima-se que US $ 23 bilhões foram gastos secretamente em pesuqisa e desenvolvimento do B-2 na década de 80. No auge do programa, 13.000 pessoas estavam empregadas em uma fábrica dedicada spmente ao bomberdeiro em Pico Rivera, Califórnia.



O primeiro B-2 foi apresentado publicamente em 22 de novembro de 1988, em seu hangar na Air Force Plant 42 de Palmdale, na Califórnia, onde foi construído. Seu primeiro vôo público foi em 17 de Julho de 1989. O plano de aquisição inicial de 132 aeronaves foi posteriormente reduzido para 75 no final dos anos 80. Em 1992 o presidente George HW Bush anunciou que a produção total do B-2 seria limitado a 20 aeronaves, com um inventário total de 21, com a modernização da primeira aeronave de testes. Esta redução foi em grande parte uma consequência da desintegração da União Soviética.

British Aerospace Canberra

O "English Electric Canberra" foi o primeiro bombardeiro leve movido a jato a ser produzido em grande número a partir dos anos 50. Ele provou ser altamente adaptável, servindo em papéis variados como bombardeio táctico, reconhecimento fotográfico, guerra eletrônica e meteorologia. O Canberra permaneceu em serviço na Royal Air Force até 23 de Junho de 2006, 57 anos após o seu primeiro vôo.

No Reino Unido, a procura pelo English Electric Canberra excedeu a capacidade da fabricante e por isso a Handley Page Short Brothers fabricou novas unidades sob licença. Foram fabricados 901 Canberras no Reino Unido, sendo a produção mundial total de 1352 Canberras.

Boeing B-52H Stratofortress

O Boeing B-52 Stratofortress é um bombardeiro estratégico subsônico de longo alcance operado pela Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) desde 1955.
O contrato para seu desenvolvimento foi assinado em 5 de Junho de 1946. O B-52 passou por várias etapas de concepção, a partir de uma aeronave turboélice de seis motores até o protótipo final YB-52, com oito motores de turbina de jato. A aeronave fez seu primeiro vôo em 15 de Abril de 1952 com Tex Johnston como piloto.
Construído para transportar armas nucleares durante a Guerra-Fria , o B-52 Stratofortress substituiu o Convair B-36. Embora seja um veterano de várias guerras, o Stratofortress utilizou apenas munições convencionais no combate real. Com o maior leque de armas de qualquer bombardeiro contemporânea, o B-52 suporta até 32.000 kg em armamentos.
A USAF mantém os B-52 em serviço ativo desde 1955, inicialmente com o Comando Aéreo Estratégico (SAC), com todas as aeronaves absorvidas pelo Comando de Combate Aéreo (ACC) em 1992. Seu desempenho superior em altas velocidades subsônicas e seu baixo custo operacional ajudou o B-52 a se manter em serviço apesar das propostas para substituí-lo pelos bombardeiros XB-70 Valkyrie, B-1B Lancer e o furtivo B-2 Spirit. Em janeiro de 2005, o B-52 se tornou o segundo avião, depois do britânico Camberra, a comemorar 50 anos de serviço contínuo. Apenas cinco aeronaves completaram 50 anos de serviço contínuo: o B-52, Camberra, o Tupolev Tu-95, o C-130 Hercules e o KC-135 Stratotanker.

Boeing 747

O Boeing 747 é um avião widebody de longo alcance, projetado e produzido pela companhia norte-americana Boeing. Foi o primeiro avião widebody produzido e media duas vezes e meia o tamanho do Boeing 707, maior e mais comum avião de longo alcance na década de 1960.
Conhecido por 747 ou pelo apelido Jumbo, é o avião mais conhecido da história da aviação. Manteve o recorde de passageiros transportados por 37 anos, desde seu primeiro voo, em 1970.
O jumbo é um avião quadrijato que apresentou a primeira configuração double decker (dois andares) da aviação, que constitui sua característica física mais notável: a corcova súpero-anterior. A Boeing projetou o andar superior ao pavimento para servir como um salão, primeira classe ou para lugares extras, e permitir que as aeronaves fossem facilmente convertidas em cargueiros através da remoção de assentos e pela instalação de uma porta de carga na sua parte dianteira.

À época de seu desenvolvimento, a Boeing esperava produzir logo aviões supersônicos, o que seria prejudicial ao jumbo se este não fosse conversível. Por isso esperavam a venda de até 400 unidades, até que se tornasse obsoleto, mas ele excedeu as previsões de críticos do projeto, com a produção passando da marca de 1.000 em 1993. Em junho de 2009, 1.416 aeronaves foram construídas, em 107 configurações diferentes. O avião ainda é produzido e está disponível nas configurações para passageiros, cargas e outros (executivo e militar).
O modelo 747-400, a versão mais recente, está entre os mais rápidos aviões em serviço, com velocidade de cruzeiro de aproximadamente 913 km/h e um alcance geodésico aproximado de 13.450 km (alcance intercontinental). Esta versão, na configuração para transporte de pessoas, pode acomodar 416 passageiros (típica de três classes, comum em vôos internacionais) ou 524 passageiros (típica de duas classes, comum em vôos curtos e domésticos). A próxima versão da aeronave, modelo 747-8, está em desenvolvimento e espera-se que entre em serviço em 2010. O 747 será futuramente substituído pelo Boeing Y3, parte do Boeing Yellowstone Project de desenvolvimento de novos aviões.












O 747-400, a única versão ainda fabricada, mas com vendas suspensas, foi a que recebeu a maior quantidade de inovações técnicas e a introdução de novos materiais que permitiram uma significativa redução de peso e, como consequência, redução no consumo de combustível, além da adoção de motores mais silenciosos e de manutenção mais barata.
Entrou em serviço em 1989, tendo a Northeast Airlines como seu primeiro cliente. Esta versão modernizada possui capacidade máxima de até 580 passageiros, em configuração de classe única, comprimento de 70,7 metros, envergadura de 64,4 metros, velocidade de 939 km/h, e capacidade de carga de 412,8 toneladas

Superfaturamento em aeroportos chega 1 bilhão de reais


A Polícia Federal apontou superfaturamento de 991,8 milhões de reais nas obras de dez aeroportos administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) - Corumbá, Congonhas, Guarulhos, Brasília, Goiânia, Cuiabá, Macapá, Uberlândia, Vitória e Santos Dumont. Todas as obras foram contratadas durante o primeiro mandato do governo Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2003 e 2006.

Relatório final da Operação Caixa Preta sustenta que o desvio é resultado de um esquema de fraudes em licitações arquitetado pela cúpula da estatal na administração Carlos Wilson, que presidiu a Infraero naquele período. Ex-deputado, ex-senador e ex-governador de Pernambuco (1990), Carlos Wilson foi filiado à antiga Arena, ao PMDB, ao PSDB e, por último, ao PT. Ele morreu em abril de 2009, aos 59 anos, vítima de câncer.
Os principais assessores de Wilson no comando da Infraero foram enquadrados pela PF: Josefina Valle de Oliveira Pinha, ex-advogada-geral do Senado que exerceu a função de superintendente jurídica da estatal; Adenahuer Figueira Nunes, ex-diretor financeiro, e Eleuza Lores, ex-diretora de engenharia - o indiciamento de Eleuza foi suspenso pelo Superior Tribunal de Justiça.
O dossiê da PF esmiúça em 188 páginas como operou "um seleto e ajustado grupo" de 18 empreiteiras. A Polícia Federal imputa seis crimes a 52 investigados, entre ex-dirigentes e funcionários da Infraero, empresários, projetistas e fiscais: formação de quadrilha, peculato (crime contra a administração pública), corrupção ativa e passiva, crimes contra a ordem econômica e fraude em licitações.
O inquérito foi aberto em novembro de 2006 pela Superintendência Regional da PF em Brasília. A investigação foi conduzida pelos delegados César Leandro Hübner e Felipe Alcântara de Barros Leal. "A equipe policial identificou um enorme superfaturamento nos preços e quantidades dos serviços praticados pelas empresas contratadas em um montante aproximado de 1 bilhão de reais em valores atualizados", assinala o texto.

31-01-2010

Azul Cargo passa a atender a cidade de Vitória/ES



A divisão de logística e carga expressa da Azul começou a operar em Vitória/ES. A partir da capital capixaba, os aeroportos de destino atendidos são Belo Horizonte, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Maceió, Manaus, Maringá, Natal, Navegantes, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e Viracopos (base operacional principal). São três voos diários partindo de Vitória para Viracopos, onde ocorrem as conexões para os demais destinos, além de um voo direto para Salvador. A unidade começou a operar em agosto do ano passado, inicialmente com transporte entre Campinas, Fortaleza, Recife e Salvador. Em novembro último, passou a oferecer também o serviço de entregas expressas porta a porta, que já atende 1.000 cidades a partir dos aeroportos de destino. A proposta é chegar a 2.000 cidades até maio próximo.







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